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Síria: O Leão está ferido - Uso de Armas químicas, instabilidade, medo e fuga em massa.
O regime sírio está apresentando sinais de fraqueza, depois que investiu todas os seus recursos para eliminar todos os seus opositores políticos e militares, sem sucesso até agora. O crescente volume de deserções entre oficiais das fileiras do regime vem minando as tropas que sem liderança, estão ficando inseguras dia, após dia.
O preço desta resistência por parte da revolução síria está marcado em cada um dos 14,122 mártires que se entregaram para a morte em defesa da liberdade de seu povo, ou foram perseguidos e torturados até a morte por não desistir de acreditar na libertação do povo sírio do regime do clã Assad. Matéria do "washingtonpost" sobre a a crise síria revelou relatório da Cruz Vermelha Síria que apontou um número de pelo menos 1,5 milhão de pessoas em estado de completa privação de alimento, água, luz, abrigo e saúde, em consequência do castigo coletivo implementado pelo regime, que insiste em afirmar que está combatendo o terrorismo..
Medidas desesperadas
De acordo com a Ativista brasileira Sandra Amorim, membro do Grupo de Jornalismo Internacional na Revolução Árabe, que contou que o regime sírio tem usado estratégias cada vez mais baixas para capturar os líderes da revolução popular da Síria. Por causa das limitações impostas pelas Nações Unidas, Sandra Amorim alerta que Shabihas estão se infiltrando no meio das manifestações utilizando celulares e filmadoras, registrando os líderes dos movimentos e entregando as informações para os serviços de inteligência.
VIDEO URGENTE - O emprego de armas químicas proibidas contra civis não são novidades na Sìria. Nesta quarta um bombardeio químico levou 10 pessoas à morte por queimaduras gravíssimas pelo corpo na cidade de Rastan. Outras dezenas de civis estão em estado crítico por causa das profundas queimaduras.
Luciene Silva é outra ativista brasileira, que contou nesta quarta-feira que o regime sírio tem sido obrigado a conviver com a insegurança. Um estado de "histeria e medo" tem dominado as fileiras do ramo de "segurança" do ditador Bashar Al-Assad. Segundo informações enviadas por militares infiltrados no regime, os oficiais do exército sírio estão com medo de ir para suas casas e pôr em risco suas famílias também. De acordo com as fontes, nenhum oficial consegue voltar para suas casas sem que esteja cercado por grande número de tanques e tropas, incluindo os chefes de inteligência militar. As fontes disseram ainda que o Serviço de Inteligência do Ar, é o que tem mais sido abalado com a desintegração do sistema, revelando um número avassalador de deserções.
A jornalista e ativista síria Dima AIRfaay reportou na manhã de hoje, que uma grande rebelião está ainda acontecendo na área do Hospital Militar de Homs. Em consequência do grande número de deserções, o regime sírio iniciou um pesado bombardeio principalmente na Homs antiga. Dima revela ainda que as mesquitas têm sido alvos primários dos ataques e que os bombardeios foram responsáveis pelas mortes de 3 mulheres cujos nomes foram divulgados: Khadija Al Halak, Fátima Mamdouh, e Shahdeyi Harba.
Documento vazado havia sido enviado por Ali Mamlouk, o diretor-geral da agência nacional de inteligência na Síria para os demais comandos da inteligência alertando nesta quarta, que o Exército Livre está se preparando para uma tentativa de tomar Damasco, justo um dia depois que a Aljazeera anunciou que o FSA (Exército Sírio Livre) havia chamado seus combatentes para reagrupar.
Fontes ligadas à inteligência revelaram ainda nesta quarta que o FSA determinou um prazo de 48 horas para a queda do regime, devendo não passar de Sábado (apesar do prazo curto é a primeira vez que sinto que o fim está próximo).
Outras fontes ainda revelaram citando funcionários que trabalham no aeroporto, que afirma que há um número impressionante e pessoas de 3 famílias distintas com passagens reservadas para países aliados da Síria.
18:00 GMT-3 Conselhos Locais de Coordenação na Síria:
Por Saulo Valley para BlogHumans - Rio de Janeiro, 09 de Maio de 2012 - 16h42 GMT-3
Atualização: 19h13
Atualização: 19h13
O preço desta resistência por parte da revolução síria está marcado em cada um dos 14,122 mártires que se entregaram para a morte em defesa da liberdade de seu povo, ou foram perseguidos e torturados até a morte por não desistir de acreditar na libertação do povo sírio do regime do clã Assad. Matéria do "washingtonpost" sobre a a crise síria revelou relatório da Cruz Vermelha Síria que apontou um número de pelo menos 1,5 milhão de pessoas em estado de completa privação de alimento, água, luz, abrigo e saúde, em consequência do castigo coletivo implementado pelo regime, que insiste em afirmar que está combatendo o terrorismo..
Medidas desesperadas
De acordo com a Ativista brasileira Sandra Amorim, membro do Grupo de Jornalismo Internacional na Revolução Árabe, que contou que o regime sírio tem usado estratégias cada vez mais baixas para capturar os líderes da revolução popular da Síria. Por causa das limitações impostas pelas Nações Unidas, Sandra Amorim alerta que Shabihas estão se infiltrando no meio das manifestações utilizando celulares e filmadoras, registrando os líderes dos movimentos e entregando as informações para os serviços de inteligência.
VIDEO URGENTE - O emprego de armas químicas proibidas contra civis não são novidades na Sìria. Nesta quarta um bombardeio químico levou 10 pessoas à morte por queimaduras gravíssimas pelo corpo na cidade de Rastan. Outras dezenas de civis estão em estado crítico por causa das profundas queimaduras.
Luciene Silva é outra ativista brasileira, que contou nesta quarta-feira que o regime sírio tem sido obrigado a conviver com a insegurança. Um estado de "histeria e medo" tem dominado as fileiras do ramo de "segurança" do ditador Bashar Al-Assad. Segundo informações enviadas por militares infiltrados no regime, os oficiais do exército sírio estão com medo de ir para suas casas e pôr em risco suas famílias também. De acordo com as fontes, nenhum oficial consegue voltar para suas casas sem que esteja cercado por grande número de tanques e tropas, incluindo os chefes de inteligência militar. As fontes disseram ainda que o Serviço de Inteligência do Ar, é o que tem mais sido abalado com a desintegração do sistema, revelando um número avassalador de deserções.
A jornalista e ativista síria Dima AIRfaay reportou na manhã de hoje, que uma grande rebelião está ainda acontecendo na área do Hospital Militar de Homs. Em consequência do grande número de deserções, o regime sírio iniciou um pesado bombardeio principalmente na Homs antiga. Dima revela ainda que as mesquitas têm sido alvos primários dos ataques e que os bombardeios foram responsáveis pelas mortes de 3 mulheres cujos nomes foram divulgados: Khadija Al Halak, Fátima Mamdouh, e Shahdeyi Harba.
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| Documento secreto vazado revela que inteligência descobriu que FSA (Exército Livre) se prepara para tomar Damasco. 09-05-2112 |
Documento vazado havia sido enviado por Ali Mamlouk, o diretor-geral da agência nacional de inteligência na Síria para os demais comandos da inteligência alertando nesta quarta, que o Exército Livre está se preparando para uma tentativa de tomar Damasco, justo um dia depois que a Aljazeera anunciou que o FSA (Exército Sírio Livre) havia chamado seus combatentes para reagrupar.
Fontes ligadas à inteligência revelaram ainda nesta quarta que o FSA determinou um prazo de 48 horas para a queda do regime, devendo não passar de Sábado (apesar do prazo curto é a primeira vez que sinto que o fim está próximo).
Outras fontes ainda revelaram citando funcionários que trabalham no aeroporto, que afirma que há um número impressionante e pessoas de 3 famílias distintas com passagens reservadas para países aliados da Síria.
18:00 GMT-3 Conselhos Locais de Coordenação na Síria:
"O número de mártires na Síria que foram mortos pelo exército do regime e tiros das forças de segurança aumentou para 20. 7 mártires em Homs, 6 mártires em Hama, 3 mártires nos subúrbios de Damasco, 2 mártires em Idlib e um mártir em cada um de Aleppo e Deir Ezzor."
May 09, 2012
Posted by Unknown
Síria: Hospital Nacional de Homs por dentro e por fora.
O regime sírio é o único responsável pelo estado de destruição que domina as paisagens urbanas da Síria. Bombardeios diários e intermináveis, não são disfarçados nem mesmo na presença dos Observadores, que precisam se esconder para sobreviver. Em primeira-mão tivemos acesso a um vídeo gravado por um ativista sírio na entrada do Hospital, onde 49 corpos se decompõem há 51 dias.
14 de Abril de 2012 - Comandado pelo 1º Tenente Abdul Talas, uma tropa do Batalhão Faruq de Rastan, pertencente ao Exército Livre, conseguiu chegar até o Hospital Nacional de Homs, que antes era ocupado pelo exército regular sírio. Até então o prédio estava sendo utilizado como centro de torturas de civis pelo regime, e um vídeo vazado do exército sírio regular no dia 9, mostra que o telhado do prédio era utilizado por franco-atiradores. Observe no vídeo a seguir, que as estruturas do prédio estavam ainda em boas condições, apesar de completamente vazio.
20 de Abril - Após o Exército Livre ter ocupado a região do Hospital, o regime sírio iniciou uma nova investida. Uma verdadeira chuva de balas de todos os calibres, inclusive morteiros e foguetes.
24 de Abril - Deste a chegada do Exército Livre até o presente momento, os bombardeios continuam na região, tendo o Hospital Nacional, como um dos alvos principais permanentemente. Durante toda a revolução, o hospital foi largamente atacado à tiros pelo exército sírio e forças de segurança. Médicos e profissionais de saúde, intimidados, proibidos de atender à população, sequestrados, espancados e torturados e executados cruelmente.
O vídeo a seguir foi gravado no dia 24 de Abril em 2012 - Ele apresenta a atual realidade do Hospital Nacional em Homs. Uma cortesia do presidente Bashar Al-Assad.
Nesta quarta (25) publicamos uma matéria sobre os 45 corpos em estado de decomposição avançado encontrados no Hospital Nacional de Homs há 51 dias.
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| Seguidos pela multidão, os Observadores chegam à área do Hospital Nacional, o prédio claro no centro da imagem - 25-04-2012 "Snapshot" |
Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 26 de Abril de 2012 - 18h43 GMT-3
Atualização 30-04-2012 as 15h29
Atualização 30-04-2012 as 15h29
14 de Abril de 2012 - Comandado pelo 1º Tenente Abdul Talas, uma tropa do Batalhão Faruq de Rastan, pertencente ao Exército Livre, conseguiu chegar até o Hospital Nacional de Homs, que antes era ocupado pelo exército regular sírio. Até então o prédio estava sendo utilizado como centro de torturas de civis pelo regime, e um vídeo vazado do exército sírio regular no dia 9, mostra que o telhado do prédio era utilizado por franco-atiradores. Observe no vídeo a seguir, que as estruturas do prédio estavam ainda em boas condições, apesar de completamente vazio.
20 de Abril - Após o Exército Livre ter ocupado a região do Hospital, o regime sírio iniciou uma nova investida. Uma verdadeira chuva de balas de todos os calibres, inclusive morteiros e foguetes.
24 de Abril - Deste a chegada do Exército Livre até o presente momento, os bombardeios continuam na região, tendo o Hospital Nacional, como um dos alvos principais permanentemente. Durante toda a revolução, o hospital foi largamente atacado à tiros pelo exército sírio e forças de segurança. Médicos e profissionais de saúde, intimidados, proibidos de atender à população, sequestrados, espancados e torturados e executados cruelmente.
O vídeo a seguir foi gravado no dia 24 de Abril em 2012 - Ele apresenta a atual realidade do Hospital Nacional em Homs. Uma cortesia do presidente Bashar Al-Assad.
Nesta quarta (25) publicamos uma matéria sobre os 45 corpos em estado de decomposição avançado encontrados no Hospital Nacional de Homs há 51 dias.
Legendado em Inglês: Momento em que populares foram tentar recuperar os corpos em decomposição no Hospital Nacional de Homs, Após muitos pedidos às autoridades competentes, sem que nada tivesse acontecido. Por esta razão decidiram agir volntariamente, utilizando materiais improvisados. Um risco sério à saúde. CENSURA +18
Também o Hospital Nacional teve a visita célebre dos Observadores das Nações Unidas.
April 26, 2012
Posted by Unknown
Síria: Homs: Baba Amr em 4 dias de bombardeios sem fim.
O exército sírio não se cansa de despejar munição de pesados calibres sobre o bairro Baba Amr, em Homs. Ontem em apenas 7 horas, 58 populares haviam sido mortos pelos bombardeios. As regiões mais atacadas são sempre no entorno das mesquitas, onde se concentra maior número de manifestantes.
Uma criança de 8 anos foi atingida por um tiro na cabeça por um sniper e morreu. Em desespero mais de 1200 famílias fugiram da região, disse a CCLS. Outros milhares fugiram da região central de Baba Amr para escapar do bombardeio.
Em Idlib, nos arredores de Abu Bakr foi informado que um grande volume de reforços acaba de chegar na região margeada pela estrada internacional. De acordo com ativistas que disseram que uma casa foi bombardeada pelo exército sírio.
Video: pesado bombardeio objetivando aniquilar a população rebelde de Baba Amr juntamente com toda a população da província de Homs. Esta região se chama Haaam.
O bombardeio tem sido a única linguagem utilizada pelo regime sírio. Nem mesmo bairros da capital Damasco escaparam de se tornar desertas e destruídas como cidades fantasmas. Os bombardeios obrigaram a populações de diversas cidades sírias a fugirem para as montanhas, aldeias e florestas, e foi para estes lugares que o regime sírio enviou suas tropas de infantaria.
Nos centros urbanos, bombardeio indiscriminado e queima de propriedade pública e privada
e pilhagem de casas e empresas. Um país levado ao caos pelo próprio governo. Uma desolação insana.
Relatório da CCLS confirma que até agora, 56 pessoas foram mortas, entre elas 8 crianças. Só na região de Homs 49 pessoas foram assassinadas pelo regime sírio. Em Zabadany 4 vítimas da violência, seguida por Maaret (Idlib) com 3 mártires. Tiroteios continuam em todas as áreas.
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| Babaamr - Misurata Syria - heavy shelling Haaa (Snapshot) |
Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 09 de Fevereiro de 2012 - 10h27min
Atualizações 19:48
Atualizações 19:48
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| Criança de 8 anos morta por Sniper em Baba Amr 08-02-2012 (Snapshot) |
Em Idlib, nos arredores de Abu Bakr foi informado que um grande volume de reforços acaba de chegar na região margeada pela estrada internacional. De acordo com ativistas que disseram que uma casa foi bombardeada pelo exército sírio.
Video: pesado bombardeio objetivando aniquilar a população rebelde de Baba Amr juntamente com toda a população da província de Homs. Esta região se chama Haaam.
O bombardeio tem sido a única linguagem utilizada pelo regime sírio. Nem mesmo bairros da capital Damasco escaparam de se tornar desertas e destruídas como cidades fantasmas. Os bombardeios obrigaram a populações de diversas cidades sírias a fugirem para as montanhas, aldeias e florestas, e foi para estes lugares que o regime sírio enviou suas tropas de infantaria.
Nos centros urbanos, bombardeio indiscriminado e queima de propriedade pública e privada
e pilhagem de casas e empresas. Um país levado ao caos pelo próprio governo. Uma desolação insana.
O regime sírio garante que estes ataques são para a proteção do povo sírio e pela garantia da integridade e soberania da Síria. Conduzidas à desgraça nacional, as cidades da Síria vão se convertendo em ruínas. Imagens que só se assemelham acada dia mais com o massacre de 1982 em Homs/Hama, comandado por Hafez Assad, o pai do atual presidente da República Árabe da Síria Bashar Al-Assad.
Casas destruídas em mais de 96 horas de bombardeios intermitentes e intensos em Baba Amr.
De acordo com CCLS (Coordenação de Comissões Locais da Síria) em Daraa logo após os bombardeios nesta manhã, iniciaram-se as detenções em massa. A fonte disse ainda que em Rankous, (região do subúrbio de Damasco) violentos tiroteios à partir das fazendas. Pesado confronto com dissidentes estão acontecendo agora e a CCLS disse que pelo menos 20 tanques estão sendo utilizados para perseguir os rebeldes. Mazzeh é outra região do subúrbio de Damasco que vem sofrendo pesado tiroteio visando dispersar os manifestantes que saíram às ruas para pedir o fim do regime de Al-Assad.
Relatório da CCLS confirma que até agora, 56 pessoas foram mortas, entre elas 8 crianças. Só na região de Homs 49 pessoas foram assassinadas pelo regime sírio. Em Zabadany 4 vítimas da violência, seguida por Maaret (Idlib) com 3 mártires. Tiroteios continuam em todas as áreas.
Há informação de divisão nas forças militares especializadas que atuam na fronteira Síria-Palestina. Estas tropas de maioria de palestinos não podem ser substituídas por militares sem especialização, disseram as fontes na Síria.
19:48min - Atualização com relatórios do dia 09-02-2012
Até o momento pelo menos 145 pessoas foram mortas. Só em Homs foram 117. Das 117 vítimas em Homs, 21 eram crianças. 18 bebês recém-nascidos morreram no Hospital de Homs depois que as milícias de Al-Assad interromperam o fornecimento de energia e sabotaram o gerador de energia que alimentava as incubadeiras. A Coordenação de revolução disse que muitos reforços chegaram em Idlib, para onde parece estar sendo desviada parte das atenções do regime. Talvez uma tentativa de ganhar tempo realizando incursões paralelas. Entre estas incursões paralelas, Ma'ratal-Nu'man, Khan Shaykhun e Saraqib.
19:48min - Atualização com relatórios do dia 09-02-2012
Até o momento pelo menos 145 pessoas foram mortas. Só em Homs foram 117. Das 117 vítimas em Homs, 21 eram crianças. 18 bebês recém-nascidos morreram no Hospital de Homs depois que as milícias de Al-Assad interromperam o fornecimento de energia e sabotaram o gerador de energia que alimentava as incubadeiras. A Coordenação de revolução disse que muitos reforços chegaram em Idlib, para onde parece estar sendo desviada parte das atenções do regime. Talvez uma tentativa de ganhar tempo realizando incursões paralelas. Entre estas incursões paralelas, Ma'ratal-Nu'man, Khan Shaykhun e Saraqib.
February 09, 2012
Posted by Unknown



