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Renovado plano de Annan para a transição política na Síria
Hillary Clinton e Barack Obama foram citados por terem elogiado a iniciativa. O General Major Mudd deixou a base da UNSMIS para se unir à comunidade internacional para neste sábado encontrar uma solução ainda pacífica para a crise síria e o pós-assad.
Na prática a proposta deste novo documento é forçar o regime sírio a deixar o poder de forma pacífica, eleger um novo governo popular (lembrando que no último sábado,22 o regime sírio dissolveu o parlamento e na terça formou novo governo usando as mesmas pessoas do governo anterior). Já esta nova resolução prevê ainda que todos os membros do governo sejam julgados por seus crimes após o processo de transição pacífica.
Opinião
Estas e outras razões serão suficientes para que Bashar Al-Assad jamais concorde em deixar o poder. Ele irá preferir morrer no cargo do que entregar sua posição e ainda ser julgado e condenado, até porque ele tem consciência de seus crimes.
Mas a Sana mostrou que a Rússia tem agido como advogada de defesa do governo de Assad, acumulando provas que garantem a lisura das ações do regime em defesa do povo sírio e sua liberdade. Lavrov foi citado pela Sana ainda como que dizendo:
Esta declaração abre novo impasse: Se o FSA depor as armas fatalmente será esmagado pelo regime sírio, assim como faz com crianças, mulheres e idosos. Todos desarmados!
Enquanto que a Síria quer que as forças rebelde deixem de receber armas leves dos EUA e da Turquia, ela continua a receber gigantescos carregamentos do Irã, da Rússia, China e até a Índia foi citada como fornecendo tanques. A HRW pediu ao Conselho de Segurança das Nações Unidas um embargo de armas contra a Síria e sua indicação ao Tribunal Penal Internacional pelos relatados crimes contra a humanidade, direitos humanos e crimes de guerra. O enviado Koff Annan foi citado como tendo recebido autoridade para a citação do regime sírio ao TPI.
Atualização dos números
A CCLSy enviou uma nova atualização do número de vítimas dos confrontos entre as forças sírias e as forças rebeldes: 174 pessoas só neste sábado.
97 pessoas morreram só na região suburbana de Damasco. Dessas, 85 pessoas morreram só em zmlka
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| Exército Livre (rebelde) ocupando posições antes dominadas pelo Exército Sírio |
Por Saulo Valley para JIRABH (jornalismo Internacional na Revolução Árabe do BlogHumans)
Rio de Janeiro, 30 de Junho de 2012 - 21h15 GMT-3
Mais de 100 mortos hoje contados mas os números podem ser ainda maiores já que as forças pró-assad nem sempre são contabilizadas pela revolução, pelos grupos de Direitos Humanos e o FSA (Exército Livre). Bombardeios em andamento em diversas cidades sírias, cercos militares e invasão de residências para castigar com a morte os que acreditam na liberdade de seus direitos nas mãos do FSA.
O FSA por sua vez tem reutilizado tanques capturados do exército sírio e espalhado minas terrestres nas estradas visando destruir comboios e reforços de tanques, o que constitui um perigo para a população local à médio-longo prazo.
UN
O Plano de Annan reformulado foi elogiado por Barack Obama. Hillary Clinton foi citada pela Reuters como dizendo que que não participaria das reuniões da ONU sobre a Síria até que algo realmente plausível fosse apresentado. Mostrando-se muito interessada no novo plano do enviado especial para a Síria Koff Annan, Hillary Clinton teria confirmado sua presença no que pode ter sido um encontro histórico neste sábado em Genebra.
O plano que prevê o cumprimento de todos os 6 pontos do plano anterior, agora tem o processo de transição de governo com acompanhamento da comunidade internacional. Koff Annan foi citado como dizendo ontem que sem interferência internacional seria impossível cessar a violência no país. Já a Rússia se mostrou interessada na proposta mas acrescentou que gostaria de ter seu próprio pessoal participando do governo. Direita e esquerda (o que realmente tornou a discussão acalorada).
Com uma lista enorme de crimes e violações cometidos pelo regime sírio, agravado pela proibição de fuga dos refugiados para o exterior, acesso a atendimento médico e ajuda humanitária e alimentação. Não deixaram de ser citadas as prisões aleatórias e massivas.
A agência de notícias estatal síria "SANA" destacou a opinião do ministro das relações Exteriores da Rússia que afirmou que Sergei Lavrov em entrevista coletiva no final da reunião, disse que a Rússia se concentrou em eliminar toda e qualquer forma de "ultimato" e que a nova resolução envia uma mensagem clara tanto para o governo sírio como para a oposição, para que busquem imediatamente uma forma de cessar fogo e voltar-se para o diálogo nacional, em colaboração com o Plano de Annan para o cumprimento de todos os 6 pontos já pré-estabelecidos.
A SANA citou Lavrov como dizendo que os "grupos armados" impediram a fuga de civis das cidades e aldeias sitiadas que seriam ajudadas pela Cruz Vermelha. Foi citado ainda como dizendo:
"...a oposição deveria trabalhar com o Governo, como cumprimento das obrigações do plano de Annan." Sana
Deve ser realmente um plano bom já que a Síria, a Rússia e a ONU estão comemorando...
Citando a ONU como fonte, que se referiu ao enviado Especial Koff Annan como dizendo:
"Estamos determinados a trabalhar urgentemente e de forma intensiva para trazer um fim à violência e abusos dos direitos humanos e com o lançamento de um processo político liderado pela Síria levando a uma transição que corresponde às aspirações legítimas do povo sírio e permite-lhes de forma independente e democrática para determinar seu próprio futuro."A HRW (Human Right Watch) teve acesso ao rascunho da resolução que foi votada hoje e comentou que o documento exigia "o estabelecimento de um Governo de Transição da Unidade Nacional" que comportaria membros do governo e da oposição. Depois comentou que ficou decidido que ninguém que tiver a ficha ou as mãos sujas de sangue e crimes contra os direitos humanos deverá tomar parte deste suposto governo de transição. O HRW demonstrou na ocasião que esta era sua grande preocupação e pediu para que as pessoas convidadas a fazer parte deste "Governo de Transição", "sejam examinadas as suas credibilidades" e não sejam "implicados em violações graves do direito internacional dos direitos humanos." Estes deveriam ser suspensos e processados, tendo indicado o CCI (Tribunal Penal Internacional) como autoridade competente para julgar tais crimes.
Opinião
Estas e outras razões serão suficientes para que Bashar Al-Assad jamais concorde em deixar o poder. Ele irá preferir morrer no cargo do que entregar sua posição e ainda ser julgado e condenado, até porque ele tem consciência de seus crimes.
Mas a Sana mostrou que a Rússia tem agido como advogada de defesa do governo de Assad, acumulando provas que garantem a lisura das ações do regime em defesa do povo sírio e sua liberdade. Lavrov foi citado pela Sana ainda como que dizendo:
"Não podemos chamar as forças do governo a se retirar das cidades com grupos armados recebendo armas (do exterior) e mídia dos EUA e da Europa mostram isso."
Esta declaração abre novo impasse: Se o FSA depor as armas fatalmente será esmagado pelo regime sírio, assim como faz com crianças, mulheres e idosos. Todos desarmados!
Enquanto que a Síria quer que as forças rebelde deixem de receber armas leves dos EUA e da Turquia, ela continua a receber gigantescos carregamentos do Irã, da Rússia, China e até a Índia foi citada como fornecendo tanques. A HRW pediu ao Conselho de Segurança das Nações Unidas um embargo de armas contra a Síria e sua indicação ao Tribunal Penal Internacional pelos relatados crimes contra a humanidade, direitos humanos e crimes de guerra. O enviado Koff Annan foi citado como tendo recebido autoridade para a citação do regime sírio ao TPI.
Atualização dos números
A CCLSy enviou uma nova atualização do número de vítimas dos confrontos entre as forças sírias e as forças rebeldes: 174 pessoas só neste sábado.
97 pessoas morreram só na região suburbana de Damasco. Dessas, 85 pessoas morreram só em zmlka
Em Deir Al-zour 16 vítimas. Em Daara mais 16. Em Hama 14 mortos. 12 em Idlib. 9 morreram em Aleppo. 7 foram os que mrreram em Homs, Lattakia e vilas de Damasco.
Uma bomba explodiu em Damasco logo após a passagem de um velório no bairro suburbano de Zofa. O que teria aumentado radicalmente o número de mortos com relação à média diária. As imagens são muito fortes e apenas permitidas para maiores de 18.
June 30, 2012
Posted by Unknown
ONU: Ban Ki-moon condena ataque a Homs e pede acesso a Al-Haffa para UNMIS.
O secretário Geral das Nações Unidas Ban Ki-moon, condenou a escalada de violência na síria, com base nos relatórios provenientes da missão de paz implantada no país. Em declaração divulgada pelas Nações Unidas nesta segunda, Ki-moon alertou sobre a progressão militar do governo sírio contra a cidade de Al-Haffa (que se encontra completamente cercada), e pediu a liberação do acesso dos Observadores na região.
Ban Ki-moon condenou em especial os bombardeios de regiões populares, exclusivamente residenciais. O "bombardeio de centros populacionais e ataques contra a infra-estrutura civil por todos os lados, o que prejudica a prestação de serviços essenciais e agrava a crise humanitária." declarou.
O secretário-geral defendeu o cumprimento dos seis pontos previstos no "Plano de Annan", tratado de cessar-fogo assinado entre a Síria e a ONU em 2011 (mas que nunca foi cumprido pela parte síria), como meio de abrandar a violência armada e proteger a população civil. O site alemão de notícias "tagesschau" destacou a declaração de Koff Annan que no último Domingo "lamentou o fracasso do seu Plano de Paz" na Síria.
A declaração do Secretário-Geral das Nações Unidas, condenou o desdobramento das operações militares do ambos os lados em terrenos residenciais, tendo os serviços básicos essenciais sido atacados sistematicamente pelo regime sírio, deixando milhares de pessoas sem moradia, comida, água, atendimento médico, remédios, roupas e sem destino. Dispersadas pela perseguição armada implementada pelo regime sírio como forma de "devolver e garantir a estabilidade e soberania da Síria", as populações estão migrando de uma cidade para outra, enquanto vão sendo perseguidas e assassinadas por milícias governistas e forças de segurança, por onde quer que passem. Cidades descritas como "reduto da oposição" ao regime de Al-Assad, têm sido amplamente bombardeadas, como o caso de Houla, que logo após as notícias do massacre do dia 25 de Maio ter ganho o mundo, tornou-se uma aldeia-prisão.
No-Fly-Zone
Neste contexto o presidente americano Barack Obama tem sido reportado por inúmeros sites americanos de notícias e de inteligência militar como em processo de aceleração da imposição do No-Fly-Zone na Síria que teria sido deflagrado em consequência do Massacre de Houla. Agências internacionais revelam que Al-Assad tem condenado qualquer especulação de intervenção militar na Síria. A Agência estatal síria SANA tem destacado a "Determinação da Rússia, China e Iran" para intervir em defesa do regime sírio no caso da invasão militar internacional.
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| Tanque sírio abrindo fogo (literalmente) contra construções civis. "Snapshot" |
Por Saulo Valley para JIRABH (Jornalismo Internacional na Revolução Árabe do BlogHumans)
Rio de Janeiro, 12 de Junho de 2012 - 08h19 GMT-3
Determinado a vingar a população síria e dar fim ao persistente regime sírio de ditadura, o FSA (Exército Livre Sírio) iniciou uma campanha pelo fim imediato do governo liderado pelo Partido Ba'ath, representado pelo presidente Bashar Al-Assad. Esta iniciativa consiste em "ações militares inteligentes e coordenadas", disse o coronel Riad Alassaad do comando geral do exército rebelde. Este tem reclamado o "direito de defesa e vingança do povo sírio", uma vez que o próprio governo sírio lidera uma campanha de terror, extermínio e sectarismo contra seu povo; em resposta ao silêncio da Comunidade Internacional que assiste a crise com diálogos repetitivos há 15 meses, gerando a morte de mais de 15.000 civis desde 15 de Março de 2011.
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| Enviado da ONU Koff Annan lamenta fracasso do cessar-fogo na Síria "Snapshot" |
A declaração do Secretário-Geral das Nações Unidas, condenou o desdobramento das operações militares do ambos os lados em terrenos residenciais, tendo os serviços básicos essenciais sido atacados sistematicamente pelo regime sírio, deixando milhares de pessoas sem moradia, comida, água, atendimento médico, remédios, roupas e sem destino. Dispersadas pela perseguição armada implementada pelo regime sírio como forma de "devolver e garantir a estabilidade e soberania da Síria", as populações estão migrando de uma cidade para outra, enquanto vão sendo perseguidas e assassinadas por milícias governistas e forças de segurança, por onde quer que passem. Cidades descritas como "reduto da oposição" ao regime de Al-Assad, têm sido amplamente bombardeadas, como o caso de Houla, que logo após as notícias do massacre do dia 25 de Maio ter ganho o mundo, tornou-se uma aldeia-prisão.
O site alemão tagesschau exibe videos que descrevem os pesados ataques do exército sírio contra as habitações populares nos chamados "redutos da oposição" de todo o país.
No-Fly-Zone
Neste contexto o presidente americano Barack Obama tem sido reportado por inúmeros sites americanos de notícias e de inteligência militar como em processo de aceleração da imposição do No-Fly-Zone na Síria que teria sido deflagrado em consequência do Massacre de Houla. Agências internacionais revelam que Al-Assad tem condenado qualquer especulação de intervenção militar na Síria. A Agência estatal síria SANA tem destacado a "Determinação da Rússia, China e Iran" para intervir em defesa do regime sírio no caso da invasão militar internacional.
June 12, 2012
Posted by Unknown
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Síria
A Síria voltou a ser como antes dos Observadores: Só massacres.
A Missão dos Observadores da Liga Árabe foi marcada pelo envio de pelo menos 150 especialistas para a Síria, e a missão fracassou nos primeiros dias, por causa da insuficiência numérica da equipe. A Organização das Nações Unidas enviou 15 Observadores e espera ter sucesso na Missão de pacificar a Síria...
Os CCLSy ( Comitês locais de coordenação na Síria ) relataram nesta quarta que desde a assinatura do acordo de paz realizado em Annan, até os dias de hoje pelo menos 800 civis foram mortos.
O relatório alerta que entre as vítimas há 31 mulheres e 50 crianças assassinadas pelo regime sírio. De acordo com os Comitês, estas vítimas estão relacionada um número ainda maior de vítimas do conflito: 2.400 mortos desde a assinatura do acordo de paz entre Síria e Nações Unidas.
O CCLSy adicionou ao relatório um clamor pelo "fim dos assassinatos intermitentes" e exige que a comunidade internacional e a Missão de Observadores
Ambientação
O fracasso das missões de observadores está fortemente ligado à insuficiência numérica da equipe de fiscalização e além disso, conta com a falta de fidelidade dos relatórios apresentados à Comunidade Internacional. Por trás destes relatórios simplificados e forjados, escondem-se informações que são desviadas para o âmbito do serviço secreto, para no tempo oportuno serem utilizadas como moeda de troca pelos países envolvidos.
Negociatas que acontecem sempre nos bastidores e os detentores destes dados reais passam a ter trunfos em suas mãos, para tentarem beneficiar-se com o privilégio das informações tornadas exclusivas. Embora o público não tenha acesso a elas, relatórios de inteligência são produzidos e classificados.
Enquanto isto, poderosas organizações, como a Liga Árabe e as Nações Unidas ficam sendo desclassificadas pela grande massa global. Credibilidade que vai sendo cada vez mais minada com a volta dos tanques do exército sírio às ruas de todo o país. Porque isto acontece? Porque Al-Assad encontrou um gigante ponto fraco nos seus acusadores, seguindo a mesma linha de raciocínio, Al Assad e colaboradores possuem informações sigilosas que também desarmam seus adversários. Este é o jogo político internacional.
Há 12 meses o exército sírio tem cruzado as fronteiras para assassinar dissidentes e refugiados nas terras pertencentes aos países vizinhos. A Turquia é o país que mais tem sofrido com os ataques. Segundo informações de uma profissional que pede que sua identidade permaneça em sigilo, nesta semana o exército sírio foi até os acampamentos sírios na Turquia matando muita gente, mas o exército turco não interviu em favor dos refugiados. Ontem fui informado que o Exército Livre saiu em defesa de seu povo e os confrontos tem acontecido em terras turcas.
O que dá a Al-Assad este poder? O exército turco é infinitamente mais poderoso e numeroso que o exército sírio. Segundo informações recebidas, a Turquia poderia esmagar o regime sírio num só dia. O trunfo do regime sírio é o Irã. De acordo com informantes, o Irã passou a ser o passaporte para o regime sírio em terras turcas, concedendo carta branca para o genocídio do povo sírio, palestino entre outros povos vizinhos. Com medo de uma guerra generalizada no Oriente Médio, a Turquia se abstém de um confronto direto com a Síria, preferindo a arena política e diplomática para as negociações, enquanto aguarda a comunidade internacional decidir o futuro do regime de Al-Assad e do Partido Ba'ath no poder.
Mas parece que a Comunidade Internacional está mesmo é desarticulada e o regime sírio fortalecido moralmente. Por outro lado, o candidato à re-eleição na presidência dos Estados Unidos da América, Barack Obama pode aproveitar a deixa para (chegando mais próximo das eleições presidenciais) invadir a Síria com grande poder de fogo e retirar Al-Assad do poder. Para isto, as informações privilegiadas fariam um grande sentido. Mas esta "especulação" pode não ser possível. Tudo depende de quem realmente tem a posse destes dados preciosos.
O site árabe de cartoon "Mahjoob.com" descreve a crise na Síria como sendo feita de:
Não é verdade?
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| Pelo menos 3 Observadores chegam em Idlib nesta quarta 02-045-2012 "Snapshot" |
Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 02 de Maio de 2012 - 09h22min. GMT-3
Atualização: 13h44min.
Atualização: 13h44min.
Os CCLSy ( Comitês locais de coordenação na Síria ) relataram nesta quarta que desde a assinatura do acordo de paz realizado em Annan, até os dias de hoje pelo menos 800 civis foram mortos.
O relatório alerta que entre as vítimas há 31 mulheres e 50 crianças assassinadas pelo regime sírio. De acordo com os Comitês, estas vítimas estão relacionada um número ainda maior de vítimas do conflito: 2.400 mortos desde a assinatura do acordo de paz entre Síria e Nações Unidas.
O CCLSy adicionou ao relatório um clamor pelo "fim dos assassinatos intermitentes" e exige que a comunidade internacional e a Missão de Observadores
"façam maiores esforços e pressões de forma mais eficaz" contra o regime, "a fim de parar os assassinatos" - CCLSy 02-Abr-2012
Ambientação
O fracasso das missões de observadores está fortemente ligado à insuficiência numérica da equipe de fiscalização e além disso, conta com a falta de fidelidade dos relatórios apresentados à Comunidade Internacional. Por trás destes relatórios simplificados e forjados, escondem-se informações que são desviadas para o âmbito do serviço secreto, para no tempo oportuno serem utilizadas como moeda de troca pelos países envolvidos.
Negociatas que acontecem sempre nos bastidores e os detentores destes dados reais passam a ter trunfos em suas mãos, para tentarem beneficiar-se com o privilégio das informações tornadas exclusivas. Embora o público não tenha acesso a elas, relatórios de inteligência são produzidos e classificados.
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| As ruas lotadas de soldados e tanques. Vazias de Onservadores. Mais uma missão fracassada. |
Foto acima e abaixo: Momento da chegada das tropas do Exército Sírio
Há 12 meses o exército sírio tem cruzado as fronteiras para assassinar dissidentes e refugiados nas terras pertencentes aos países vizinhos. A Turquia é o país que mais tem sofrido com os ataques. Segundo informações de uma profissional que pede que sua identidade permaneça em sigilo, nesta semana o exército sírio foi até os acampamentos sírios na Turquia matando muita gente, mas o exército turco não interviu em favor dos refugiados. Ontem fui informado que o Exército Livre saiu em defesa de seu povo e os confrontos tem acontecido em terras turcas.
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| As ruas lotadas de soldados e tanques. Vazias de Onservadores. Mais uma missão fracassada. |
O que dá a Al-Assad este poder? O exército turco é infinitamente mais poderoso e numeroso que o exército sírio. Segundo informações recebidas, a Turquia poderia esmagar o regime sírio num só dia. O trunfo do regime sírio é o Irã. De acordo com informantes, o Irã passou a ser o passaporte para o regime sírio em terras turcas, concedendo carta branca para o genocídio do povo sírio, palestino entre outros povos vizinhos. Com medo de uma guerra generalizada no Oriente Médio, a Turquia se abstém de um confronto direto com a Síria, preferindo a arena política e diplomática para as negociações, enquanto aguarda a comunidade internacional decidir o futuro do regime de Al-Assad e do Partido Ba'ath no poder.
Mas parece que a Comunidade Internacional está mesmo é desarticulada e o regime sírio fortalecido moralmente. Por outro lado, o candidato à re-eleição na presidência dos Estados Unidos da América, Barack Obama pode aproveitar a deixa para (chegando mais próximo das eleições presidenciais) invadir a Síria com grande poder de fogo e retirar Al-Assad do poder. Para isto, as informações privilegiadas fariam um grande sentido. Mas esta "especulação" pode não ser possível. Tudo depende de quem realmente tem a posse destes dados preciosos.
O site árabe de cartoon "Mahjoob.com" descreve a crise na Síria como sendo feita de:
- Silêncio da comunidade internacional
- Inteligência chinesa
- Armas russas
Não é verdade?
May 02, 2012
Posted by Unknown
Revolução Síria 1 Ano: Arábia Saudita e CCG convocam diplomatas e expulsam diplomatas sírios.
De acordo com Mike Arab importante ativista sírio, Riad ordenou o fechamento da embaixada saudita na Síria e a volta de todos os seus funcionários, após ter expulsado os diplomatas sírios do país, em concordância com o Conselho do Golfo, que também pediu o encerramento das atividades de sua embaixada na Síria por razões de segurança.
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| "Snapshot" |
Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 15 de Março de 2012 - 08h12min.
As primeiras horas do dia pareciam silenciosas. Mudas. Na verdade: Tristes. Hoje, a revolução síria completa 1 ano de massacres de mais de 7500 civis, entre elas pelo menos 600 crianças. Milhares de presos políticos e de consciência, e um grande número de desaparecidos.
Dia de homenagear a todas as crianças, adolescentes, jovens, mulheres e idosos que foram sacrificados pelo regime sírio por sonhar com a liberdade. Quase uma centena de bebês ainda na maternidade, nascidos em berço de repressão e escravidão, tiveram suas vidas retiradas antes que pudessem reconhecer visualmente seus pais. Uma guerra não-declarada contra todo o país. Um genocídio sem punição, culpa ou pesar. Esquemas comerciais traçados e fechados secretamente subsistem mediante ao clamor mundial pelo fim do massacre de pessoas inocentes na Síria. Uma calamidade.
Ainda sem possibilidade de deixar o país, o ditador Bashar Al-Assad impõe sobre a sociedade civil um duro castigo coletivo. Uma masmorra nacional. Do lado de fora, líderes internacionais que mal conseguem administrar suas próprias crises, procuram meios de negociar, o inegociável. Vidas não deveriam ter preço. Mas têm.
Não para nós, pobres mortais, mas para presidentes, reis, e ditadores, um "punhado de corpos" pode valer uma posição no poder, no controle de um país ou do mundo. Negociações indecentes à parte, o povo sírio permanece às escuras. De massacre em massacre, a exemplo do que aconteceu no bosque em Homs, quando 45 pessoas foram sequestradas da cidade por 3 grupos de agentes de segurança do regime sírio protegidos pelo exército. Mais tarde seus corpos foram encontrados nos bosques com diferentes sinais de crueldade. Alguns sangraram até a morte. Dezenas de mulheres e crianças que estavam dentro de suas casas com medo do conflito foram executadas por 3 diferentes métodos de torturas, entre eles carbonizados.
A Revolução Síria
Uma manifestação pacífica que no dia 15 de Março de 2015 era liderada pela ativista política Suhair Atassi, em que cerca de 40 pessoas empunhando cartazes diante do palácio da justiça, pedia a soltura de presos políticos e intelectuais ligados aos direitos humanos internacionais e ao estudo da democracia.
Como resposta, tropas militares tomaram as ruas espancando e prendendo os membros daquela silenciosa manifestação. Neste momento, as demandas silenciosas foram substituídas pelos gritos de dor e desespero.
Arrastados como animais, os manifestantes, que em sua maioria eram mães e parentes de 15 adolescentes do ensino fundamental presos pelo Serviço Secreto Sírio por "incitação contra o Estado e Motim". Também haviam amigos e políticos de oposição sem partido que pediam a soltura de seus companheiros, presos por manifestar publicamente oposição à ditadura de Al-Assad.
Enquanto a violência crescia dia-após-dia, o texto escrito no muro da escola em Dara pelos estudantes presos: "As pessoas querem derrubar o regime, Bashar é a sua vez" ganhou o país. Em resposta à repressão insana, o grupo de 40 foi substituído por outro grupo de manifestantes que agora somavam 300.
Todos pediam a libertação de todos os presos de consciência e o fim da tortura das crianças. Com a volta das forças de segurança na repressão dos novos manifestantes, outras cidades começaram a se manifestam em solidariedade aos manifestantes atacados e presos. Dias mais tarde, o número destes populares reunidos pacificamente pelo fim da ditadura chegava a 3000. A resposta do regime sírio era sempre a mesma. Violenta repressão. Perto do dia 15 de Abril, a cidade de Dara sofreu seu primeiro cerco seguido de tiroteio aleatório pelo exército e snipers. Ao deixar a cidade no dia 22 de Abril, a primeira vala comum foi encontrada, tendo entre os mortos homens, mulheres e crianças.
Quando os homens adultos começaram a ser presos, os jovens assumiram a liderança do movimento e começaram a pedir o fim da repressão. Eram eles quem caminhavam na primeira fila das manifestações, oferecendo-se para ser alvejado pelos atiradores de elite do regime sírio. Em Maio os adolescentes passaram a ocupar as primeiras filas das manifestações juntamente com os jovens que pediam à comunidade internacional e às agências oficiais de notícias que atentassem para a brutalidade das ações de Al-Assad, que respondia com fogo cada vez maior, inclusive com a contratação de especialistas russos e iranianos em massacres. O Hamas ganhou força e foi sendo cada vez mais frequente nos massacres de manifestantes. O serviço Secreto que se limitava a invadir casas atrás de ativistas e líderes do movimento, passou a invadir as redes sociais e roubar informações que entregassem também os colaboradores da agora denominada Revolução Síria 2011.
Na metade deste ano de revolução, o regime sírio, empurrado pelo partido Ba'ath, presença forte nas escolas e os 11 Serviços de Inteligência da Síria, começaram a varrer as salas de aula. Colégios públicos e universidades foram invadidos, destruídos e muitos transformados em prisões improvisadas ou em centros de torturas de estudantes, professores e civis.
Como resposta milhares de estudantes se negaram a voltar para as salas de aula, preferindo sair em manifestações pedindo o fim do regime de Bashar Al-Assad. Para impressionar a comunidade internacional que exigia explicações ao presidente sírio, estudantes e funcionários passaram a ser obrigados a sair em massivas passeatas em louvor a ele mesmo (como acontecerá hoje 15 de Março de 2012, no aniversário da Revolução). Mas neste tempo presente a palavra de Bashar Al-Assad pouco importa para a comunidade internacional, que já não precisa de provas nem de relatórios produzidos pelo regime para esclarecer o que realmente acontece no país, nem o que tem causado tamanha desgraça ao povo sírio.
Mesmo assim, 12 meses depois o povo vive dias ainda piores e Al-Assad se mantém imune a qualquer esforço pacífico (ou não) internacional. Cansada de "negociar com ninguém" a Liga Árabe deixou de tentar conversar com o regime sírio, do qual não faz mais parte. Protegido pela Rússia, China, Índia e Iran, que ainda permanecem fornecendo e vendendo suporte técnico para o massacre do povo, o regime sírio espera se impor ainda mais e derrotar o mundo que assiste impaciente ao genocídio.
Ontem Assad ameaçou enviar mísseis contra as capitais saudita e jordaniana ao ser informado pela inteligência síria da intenção de implantação de uma Zona Tampão (em parceria com EUA e Israel) à partir de Dara, perto da fronteira com a Turquia.
Com sinais de estar longe de terminar, a disputa entre democracia e ditadura na Síria (EUA e Rússia) permanece no zero-a-zero enquanto quem realmente está perdendo é a população que assiste a tudo como refém desta tragédia. Partindo para uma solução pouco desejada, os populares pedem ajuda internacional para que enviem armas e munições para que lutem por sua própria libertação. Há pelo menos 3 meses a NATO não se pronuncia mais a respeito e as Nações Unidas se limitam ao caminho da diplomacia.
Relatório de ontem na Síria fornecido por Mike Arab
"Forças do regime continuam a bombardear a cidade de Qasir e os bairros de Khaldiya, Jab Jandali , Bab Dreib, Safsafa, Ghouta e Qosur na cidade de Homs, enquanto a sua campanha militar continuou na província de Idlib sobre as cidades de Idlib, e Jabal Zawiya, e na cidade de Hama e da cidade de Qal Madiq."
"Arbitrárias campanhas de varredura e prisão ocorreram nos subúrbios de Damasco de Kafarbatna, Awamid Harran, e Erbin, nas cidades de Hiffa e Jankil em Lattakia, Bazzaa em Aleppo, e a cidade de Deir Azzour. Enquanto isso, o bombardeio continuou nas cidades de Bosr al-Harir e Shamas Kafar na província de Daraa. forças de Assad mataram pelo menos 60 hoje, enquanto os confrontos ocorreram entre revolucionários e as forças do regime, na cidade de Hasaka e da cidade de Nawa em da província de Daraa."
March 15, 2012
Posted by Unknown
Síria: 128 mortos; Assinatura de acordo de Observadores tem apoio da Rússia e do Irã.
A Comissão de Coordenação dos Locais da Síria disse que esta Segunda-feira provavelmente foi o dia mais sangrento de todos os dias da revolução, resultando em muitas baixas de dissidentes (80) e a morte de 48 civis. Isto se estes relatórios puderem ser criteriosamente confirmados, mas há a dificuldade provocada pelo apagão de mídia e de comunicações.
Apesar no numero número de corpo encontrados em Homs entre Junho e Julho, desta vez o número de mortes foi em tempo real. Os corpos não foram encontrados depois de dias de executados. Se os relatórios estão corretos, todos (incluindo 1 criança e 1 mulher) foram mortos no dia de hoje, segunda-feira 19 de Dezembro de 2011.
De acordo com a CCLS dos 48 mártires:
9 pessoas morreram em Idlib no bairro de Kansafra.
3 em Damasco
14 em Deraa
12 em Homs
3 em Deir Al-Zour, no bairro de Qoriya
3 em Hama
2 mártires em Saraqeb
1 em Damasco (Suburbio)
1 em Hassakeh
Mesmo assim a população não descansou, nem se acovardou. Saiu para as ruas para protestar, pedindo a queda do presidente, a destruição do regime e a punição dos responsáveis pelos massacres na Síria.
Há duas horas a CCLS disse que o exército Sírio entrou em Deraa bombardeando tudo o que encontrava, resultando na morte de várias pessoas e deixando pelo menos 50 feridos.
A Coordenação disse ainda que muitos dos dissidentes mortos hoje foi em decorrência de terem anunciado suas deserções e teriam, sido executados imediatamente. Entre eles estava o Tenente Coronel Al-Hafl, e todos os seus subordinados que desertaram juntamente foram perseguidos por toda a região de Hassakeh. A forças de segurança cercaram toda a área do bairro de Ghowairan a fim de matar os dissidentes, no fim da tarde desta segunda-feira.
Nações Unidas
Dia agitado para as Nações Unidas que aprovou um projeto de resolução condenando os massacres de civis na Síria, destacando a violação dos direitos humanos em todo o país.
De acordo com a Aljazeera que disse que a resolução foi aprovada por maioria de 133 países contra 11 votos contra e 43 abstenções. A fonte citou o embaixador sírio Bashar Jaafari como disendo que a aprovação da resolução era "uma conspiração satânica contra a síria."
Liga Árabe
As agências internacionais, especialmente as agências árabes garantem que a Síria assinou nesta segunda, o protocolo que garante a presença de "Observadores" por 30 dias na Síria, podendo ser renovado a pedido de ambas as partes.
Citando o site "news.ripley" que citou o NSC (Conselho Nacional Sírio), a oposição legítma ao regime de Alassad que disse não estar surpreso com a assinatura do acordo, já que o regime precisa ganhar mais tempo, a surpresa está em a Liga Árabe continuar dando mais tempo para a Síria (o que só faz aumentar a mortandade, como se viu hoje).
Apoio Internacional
A estratégia de assinatura do procolo por 30 dias foi influenciada pela Rússia, como disse Damasco hoje e citado pelo site Cuwaitiano "kuna" que disse que a Rússia comemorou a assinatura do acordo, reiterando seu interesse no "diálogo nacional" ao invés de qualquer tipo de "intervenção estrangeira".
O site "yourmiddleeast" já citou o Irã como elogiado a atitude Síria, mas segundo a fonte o presidente iraniano Ahmadinejad criticou a pressão dos estados árabes para que a o regime sírio assinasse o acordo, e ele teria descrito ao esforço árabe como "uma piada".
O site "realclearworld" disse que a mídia estrangeira não terá chance de entrar na Síria em 2011 ainda, por determinação de Damasco.
Visão popular
Para o ativista Hamdi Hammad
Já um ativista sírio que não quer ser identificado mas responde pelo apelido de "Unidade Pela Síria" disse:
Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 19 de Dezembro de 2011 - 19h41min.
Apesar no numero número de corpo encontrados em Homs entre Junho e Julho, desta vez o número de mortes foi em tempo real. Os corpos não foram encontrados depois de dias de executados. Se os relatórios estão corretos, todos (incluindo 1 criança e 1 mulher) foram mortos no dia de hoje, segunda-feira 19 de Dezembro de 2011.
De acordo com a CCLS dos 48 mártires:
9 pessoas morreram em Idlib no bairro de Kansafra.
3 em Damasco
14 em Deraa
12 em Homs
3 em Deir Al-Zour, no bairro de Qoriya
3 em Hama
2 mártires em Saraqeb
1 em Damasco (Suburbio)
1 em Hassakeh
Mesmo assim a população não descansou, nem se acovardou. Saiu para as ruas para protestar, pedindo a queda do presidente, a destruição do regime e a punição dos responsáveis pelos massacres na Síria.
Há duas horas a CCLS disse que o exército Sírio entrou em Deraa bombardeando tudo o que encontrava, resultando na morte de várias pessoas e deixando pelo menos 50 feridos.
A Coordenação disse ainda que muitos dos dissidentes mortos hoje foi em decorrência de terem anunciado suas deserções e teriam, sido executados imediatamente. Entre eles estava o Tenente Coronel Al-Hafl, e todos os seus subordinados que desertaram juntamente foram perseguidos por toda a região de Hassakeh. A forças de segurança cercaram toda a área do bairro de Ghowairan a fim de matar os dissidentes, no fim da tarde desta segunda-feira.
Nações Unidas
Dia agitado para as Nações Unidas que aprovou um projeto de resolução condenando os massacres de civis na Síria, destacando a violação dos direitos humanos em todo o país.
De acordo com a Aljazeera que disse que a resolução foi aprovada por maioria de 133 países contra 11 votos contra e 43 abstenções. A fonte citou o embaixador sírio Bashar Jaafari como disendo que a aprovação da resolução era "uma conspiração satânica contra a síria."
Liga Árabe
As agências internacionais, especialmente as agências árabes garantem que a Síria assinou nesta segunda, o protocolo que garante a presença de "Observadores" por 30 dias na Síria, podendo ser renovado a pedido de ambas as partes.
Citando o site "news.ripley" que citou o NSC (Conselho Nacional Sírio), a oposição legítma ao regime de Alassad que disse não estar surpreso com a assinatura do acordo, já que o regime precisa ganhar mais tempo, a surpresa está em a Liga Árabe continuar dando mais tempo para a Síria (o que só faz aumentar a mortandade, como se viu hoje).
Apoio Internacional
A estratégia de assinatura do procolo por 30 dias foi influenciada pela Rússia, como disse Damasco hoje e citado pelo site Cuwaitiano "kuna" que disse que a Rússia comemorou a assinatura do acordo, reiterando seu interesse no "diálogo nacional" ao invés de qualquer tipo de "intervenção estrangeira".
O site "yourmiddleeast" já citou o Irã como elogiado a atitude Síria, mas segundo a fonte o presidente iraniano Ahmadinejad criticou a pressão dos estados árabes para que a o regime sírio assinasse o acordo, e ele teria descrito ao esforço árabe como "uma piada".
O site "realclearworld" disse que a mídia estrangeira não terá chance de entrar na Síria em 2011 ainda, por determinação de Damasco.
Visão popular
Para o ativista Hamdi Hammad
"a assinatura do protocolo para os observadores é apenas uma manobra baathista russo-iraniana e nós temos sérias dúvidas sobre o compromisso do sistema (Liga Árabe) para o infrator (Al-Assad) como ele tenta explorar os prazos para a supressão da revolução.
Já um ativista sírio que não quer ser identificado mas responde pelo apelido de "Unidade Pela Síria" disse:
"Parece muito evidente que a Liga Árabe ainda é a mais elusiva do regime de Bashar e cúmplice com ele até o limite e além de Moderadores consumirão meses de engano, fraude e falsificação."
December 19, 2011
Posted by Unknown
COORDINATION: RUSSIA HAS YOUR DRAFT RESOLUTION ON VIOLENCE AGAINST SYRIA.
In an attempt to save Al-Assad to show consistent or after almost nobody supports the dictator, Russiapresented its draft resolution against violence in Syria. According to various agencies, the Security Councilwas surprised!
Suspicious, but not hide the surprise - The AlArabiya citing Hillary Clinton as saying that "America is ready to work with Russia" and seemed very interested in studying the project. AFP also quoted as saying that HillaryClinton had told reporters: "We hope to be able to work with them."
The "theaustralian" stressed that France proved very receptive to the news. The source quoted the French ambassador at the United Nations as saying: "It's an extraordinary event." Agencies reported that the AFPwas able to get a copy of the document in its entirety, but after the "theaustralian" he said citing AFP:
Which also cited the UN envoy in France, Gerard Araud as saying to reporters:
The Arabic site "Elaph" said the French government had said that
![]() |
| Cortesia "United Nations" |
By Saulo Valley and Agencies - Rio de Janeiro, December 15, 2011 - 19:47.
Suspicious, but not hide the surprise - The AlArabiya citing Hillary Clinton as saying that "America is ready to work with Russia" and seemed very interested in studying the project. AFP also quoted as saying that HillaryClinton had told reporters: "We hope to be able to work with them."
The "theaustralian" stressed that France proved very receptive to the news. The source quoted the French ambassador at the United Nations as saying: "It's an extraordinary event." Agencies reported that the AFPwas able to get a copy of the document in its entirety, but after the "theaustralian" he said citing AFP:
"The project also raises the concern about" illegal supply of weapons to armed groups in Syria. "
Which also cited the UN envoy in France, Gerard Araud as saying to reporters:
"We think that is why Russia felt the pressure of international community"
The Arabic site "Elaph" said the French government had said that
"the text that was presented to us, of course, need a lot of adjustments because it is not balanced. But basically negotiate the text of it."
December 15, 2011
Posted by Unknown
COORDENAÇÃO: Rússia apresenta seu projeto de resolução contra violência na Síria.
Numa tentativa de salvar Al-Assad ou de se mostrar coerente depois que quase ninguém mais apóia o ditador, A Rússia apresentou seu projeto de resolução contra a violência na Síria. De acordo com várias agências, o Conselho de Segurança ficou surpreso!
Desconfiados, mas sem esconder a surpresa - A alarabiya citando Hillary Clinton que teria dito que a "América está pronta para trabalhar com a Rússia" e se mostrou bastante interessada em estudar o projeto. Também citou a AFP como dizendo que Hillary Clinton teria dita a jornalistas: "Esperamos ser capazes de trabalhar com eles."
O "theaustralian" destacou que a França se mostrou bastante receptiva à notícia. A fonte citou o embaixador francês nas Nações Unidas como dizendo: "É um evento extraordinário." As agências informaram que a AFP foi capaz de conseguir uma cópia do documento na íntegra, mas segundo o "theaustralian" citando a AFP que disse:
![]() |
| Cortesia "United Nations" |
Por Saulo Valley e Agências - Rio de Janeiro, 15 de Dezembro de 2011 - 19h47min.
Desconfiados, mas sem esconder a surpresa - A alarabiya citando Hillary Clinton que teria dito que a "América está pronta para trabalhar com a Rússia" e se mostrou bastante interessada em estudar o projeto. Também citou a AFP como dizendo que Hillary Clinton teria dita a jornalistas: "Esperamos ser capazes de trabalhar com eles."
O "theaustralian" destacou que a França se mostrou bastante receptiva à notícia. A fonte citou o embaixador francês nas Nações Unidas como dizendo: "É um evento extraordinário." As agências informaram que a AFP foi capaz de conseguir uma cópia do documento na íntegra, mas segundo o "theaustralian" citando a AFP que disse:
"O projecto também levanta a preocupação com "oferta ilegal de armas aos grupos armados na Síria."Que também citou o enviado da França na ONU, Gerard Araud, como tendo dito aos jornalistas:
"Nós pensamos que é porque a Rússia sentiu a pressão da comunidade internacional"
O site árabe "elaph" disse que o governo francês teria dito que
"o texto que foi apresentado para nós, é claro, precisa de um monte de ajustes, porque não é equilibrada. Mas, basicamente, negociaremos o texto dele."
Posted by Unknown








